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O Século do Ego / The Century of the Self (2002) *MVGroup*


Sinopse:

"O Século do Ego" é uma série de quatro episódios produzida por Adam Curtis, e exibida na BBC, que investiga como as revolucionárias idéias de Sigmund Freud foram aplicadas pelo seu sobrinho Edward Bernays e bisneto Matthew Freud para ajudar as corporações e políticos na manipulação dos desejos inconscientes das pessoas. A série também mostra como a revolta de alguns psicanalistas durante as décadas de 60 e 70 contra o uso da psicologia na manipulação das massas, ironicamente resultou no surgimento do individuo contemporâneo: vulnerável, isolado e, acima de tudo, ganancioso.


Wikipédia (Inglês)

Dados do Arquivo:

Direção: Adam Curtis
Qualidade: DVDRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: Aprox. 800 MB (Cada episódio)
Duração: Aprox. 00:58:00 (Cada episódio)
Formato: MP4
Servidor: Mega

Screenshot: Ep.1 | Ep.2 | Ep.3 | Ep.4

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Episódio 1: Máquinas da felicidade

A história da relação entre Sigmund Freud e seu sobrinho americano, Edward Bernays. Bernays inventou a profissão de relações públicas na década de 1920 e foi a primeira pessoa a usar as idéias de Freud para manipular as massas. Ele mostrou como as corporações americanas poderiam fazer com que as pessoas quisessem  coisas que elas não precisavam, sistematicamente fazendo a ligação entre objetos produzidos em massa aos seus desejos inconscientes. Bernays foi um dos principais arquitetos das técnicas modernas de consumo de massa, usando todos os truques  possíveis, desde celebridades até armações com atores e relações públicas. Seu golpe mais notório foi romper o tabu sobre o tabagismo feminino persuadindo as mulheres a fumar cigarros que eram vendidos como um símbolo de independência  ou “tochas da liberdade”. Mas Bernays estava convencido de que isso era mais do que apenas uma maneira de vender produtos. Era uma nova forma de controle  das massas. Ao realizar os desejos irracionais internos  que o seu tio tinha identificado, as pessoas poderiam ser satisfeitas e felizes, tornando-as assim mais dóceis. Era o início da era do consumismo sem limites que veio a dominar o mundo de hoje.

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Episódio 2: A engenharia do consentimento

Essa é a história de como as idéias de Sigmund Freud sobre o inconsciente foram usadas por aqueles no poder na América do pós-guerra para tentar controlar as massas. Políticos e estrategistas concordaram com Freud que dentro dos seres humanos há desejos e medos perigosos e irracionais. Eles estavam convencidos de que a liberação desses instintos foram responsáveis pelo que aconteceu na Alemanha nazista. Para evitar que isso voltasse a acontecer, eles decidiram encontrar maneiras de deter esses “inimigos escondidos” que habitam o interior da mente humana.
No coração da história, a filha de Freud, Anna e o seu sobrinho, Edward Bernays, que inventou a profissão de Relações Públicas. Suas idéias foram usadas pelo governo, grandes empresas e a CIA para desenvolver técnicas que ajudassem a controlar as mentes do povo americano. Nesse episódio você verá a história de Anna Freud e  como as suas teorias sobre controlar os impulsos das crianças para fazê-las se adaptar à sociedade foram usadas nos filhos de sua companheira Doroty Burlingham com resultados catastróficos, os quais muito contribuiram para a perda de prestígio da psicanálise e da idéia de conformismo social.

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Episódio 3: Existe um policial em nossas cabeças e ele deve ser destruído

Na década de 1960, um grupo radical de psicoterapeutas desafiou a influência das ideias freudianas na América. Eles foram inspirados pelas idéias de Wilhelm Reich, discípulo de Freud, que se voltou contra ele e foi odiado pela família Freud. Ele acreditava que o eu interior não precisa ser reprimido e controlado, mas sim encorajado a se expressar. Daí nasceu um movimento político que procurou criar novos seres, livres da conformidade psicológica que havia sido implantada na mente das pessoas por parte das empresas e da política.
Este programa mostra como isso se desenvolveu rapidamente nos Estados Unidos através dos movimentos de auto-ajuda como o Seminário Werber Erhard de Treinamento  - até a irresistível ascensão da auto-expressiva  "Geração do Eu".
Mas as corporações norte-americanas logo perceberam que este novo eu não era uma ameaça, mas a sua maior oportunidade. Era de seu interesse incentivar as pessoas a sentir que eram indivíduos únicos e, em seguida, vender-lhes maneiras de expressar as suas individualidades. Para isso, voltaram-se para técnicas desenvolvidas pelos psicanalistas freudianos para ler os desejos interiores do novo eu.

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Episódio 4: Oito pessoas degustando vinho

Este episódio explica como os políticos de esquerda, tanto na Grã-Bretanha como nos EUA, usaram as técnicas desenvolvidas pelas empresas para ler e satisfazer os desejos internos dos eleitores.
Tanto Tony Blair como Bill Clinton usaram o grupo de foco, que havia sido inventado por psicanalistas, a fim de recuperar o poder. Eles partiram para moldar as suas políticas aos desejos das pessoas e seus sentimentos interiores, assim como o capitalismo tinha aprendido a fazer com os produtos.
Daí cresceu uma nova cultura de relações públicas e marketing na política, negócios e jornalismo. Uma de suas estrelas na Grã-Bretanha foi Matthew Freud, que seguiu os passos de Edward Bernays, o inventor de relações públicas na década de 1920.
Os políticos acreditavam que estavam criando uma forma nova e melhor da democracia, uma que realmente respondia aos sentimentos mais íntimos do indivíduo. Mas o que eles não perceberam foi que o objetivo daqueles que tinham originalmente criado estas técnicas não tinha sido libertar o povo, mas  desenvolver uma nova maneira de controlá-los.

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Torrent (4 Episódios)

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Legenda (4 Episódios)

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A Armadilha: O Que Aconteceu ao Nosso Sonho de Liberdade / The Trap: What Happened to Our Dream of Freedom (2007)


Sinopse:

“A Armadilha: O Que Aconteceu ao Nosso Sonho de Liberdade" é uma série de três episódios do produtor premiado Adam Curtis, que explica as origens da nossa contemporânea e estreita ideia de liberdade.

A liberdade individual era o sonho de nossa era pós-guerra fria. Foi o que os nossos líderes prometeram nos dar, e define a forma como pensamos sobre nós mesmos, e frequentemente temos ido à guerra para impor a liberdade ao redor do mundo. Mas se você voltar e olhar para o que a liberdade realmente significa para nós hoje, é um tipo estranho e limitado de liberdade.

Os políticos prometeram libertar-nos da antiga mão morta da burocracia, mas eles criaram um sistema cada vez mais controlador da gestão social, dirigido por metas e números. Governos comprometidos com a liberdade de escolha tmr presidido um aumento da desigualdade e um colapso dramático na mobilidade social. E no exterior, no Iraque e no Afeganistão, a tentativa de impor a liberdade levou a sangrenta ascensão de um autoritarismo islâmico anti-democrático. Este, por sua vez, ajudou a inspirar ataques terroristas na Grã-Bretanha. Em resposta, o Governo desmantelou as antigas leis destinadas a proteger a nossa liberdade.

Curtis mostra como um modelo simplista dos seres humanos como criaturas egoístas, quase robóticas, levou a idéia de hoje da liberdade. Este modelo foi obtido a partir de idéias e técnicas desenvolvidas por estrategistas nucleares durante a Guerra Fria para controlar o comportamento do inimigo soviético.

Matemáticos como John Nash desenvolveram paranóicas teorias dos jogos cujas equações obrigariam as pessoas a serem vistas como criaturas egoístas e isoladas, monitorando constantemente os outros, sempre buscando o benefício próprio.

Este modelo foi desenvolvido por biólogos genéticos, antropólogos, psiquiatras e economistas radicais do livre mercado, e passou a dominar o pensamento político desde os anos setenta e a forma como as pessoas pensam sobre si mesmos como seres humanos.

No entanto, dentro dessa idéia simplista estão as sementes de novas formas de controle. E o que as pessoas esqueceram é que existem outras idéias de liberdade. Estamos, diz Curtis, em uma armadilha da nossa própria criação que nos controla, nos priva de significado e que causa morte e caos no exterior.


Wikipédia (Inglês)

Dados do Arquivo:

Produção: Adam Curtis
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: Aprox. 745 MB (cada episódio)
Duração: Aprox. 00:59:00 (cada episódio)
Formato: AVI
Servidor: Peeje

Screenshot: Ep.1 | Ep.2 | Ep.3

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Episódio 1: F**e teu companheiro

Neste episódio é analisado o aparecimento da Teoria dos Jogos durante a Guerra Fria e a maneira como os seus modelos matemáticos do comportamento humano se infiltraram no pensamento econômico. O programa traça a evolução da Teoria dos Jogos, com especial referência para o trabalho de John Nash, que acreditava que todos os seres humanos são criaturas egoístas e desconfiadas que se comportam constantemente de forma estratégica em relação aos outros. Nash, Nobel da Economia, inventou “jogos” baseados nas suas crenças sobre o comportamento humano, incluindo um chamado "So Long Sucker – Fuck You Buddy”, em que a única maneira de ganhar era traindo o seu parceiro de jogo.

O que não era conhecida à época era que Nash sofria de esquizofrenia paranóide, sendo profundamente desconfiado de todos os que o rodeavam e estando convencido de que muitos estavam envolvidos em conspirações contra ele. Foi essa crença errada acerca das pessoas em geral que forneceu a base para as suas teorias.

O episódio analisa o modo como a Teoria dos Jogos foi utilizada para conceber a estratégia nuclear americana durante a Guerra Fria. É examinada a ideia de que o holocausto nuclear foi evitado pela existência do enorme arsenal nuclear americano.

Outra vertente deste episódio assenta numa entrevista com R.D. Laing, psiquiatra que modelou interações familiares utilizando a Teoria dos Jogos. A sua conclusão foi que os seres humanos são intrinsecamente egoístas e astutos e estão sempre espontaneamente a gerar estratagemas nas interações diárias. As teorias de Laing evoluíram para a ideia de que algumas formas de doença mental são meramente artificiais, etiquetas utilizadas pelo Estado para reprimir o sofrimento individual. Esta convicção tornou-se um item da contracultura durante a década de 1960. É feita referência à experiência Rosenhan, na qual falsos doentes se apresentavam numa série de instituições psiquiátricas americanas, tendo-lhes sido erroneamente diagnosticados transtornos mentais - enquanto instituições informadas que estavam a receber falsos doentes "identificaram" inúmeros supostos impostores que eram realmente verdadeiros doentes. Os resultados da experiência foram um desastre para a psiquiatria americana, porque destruíram a ideia dos psiquiatras como uma elite capaz de diagnosticar e tratar doenças mentais.

Todas estas teorias foram vistas como apoiando a crença de economistas, como Friedrich von Hayek, cujos modelos econômicos não deixam nenhuma margem para o altruísmo e assentam exclusivamente no interesse próprio, um movimento que levou à formação da teoria da escolha pública. Numa entrevista, o economista James M. Buchanan procura desacreditar a noção de "interesse público", considerando que o “interesse público” não passa de um disfarce para o mero interesse próprio dos burocratas. Buchanan propõe também que as organizações devem empregar gestores que estejam motivados apenas por dinheiro. Ele descreve aqueles que são motivadas por outros fatores, tais como a satisfação profissional ou um sentido do dever público, como "zelotes".

Da década de 1960 para a de 1970, as teorias da Laing e os modelos de Nash começam a convergir, produzindo teorias de que o Estado é simplesmente um mecanismo de controlo social que mantido de forma calculista fora do alcance das mãos do povo. O episódio mostra como estas teorias abriram caminho a teorias de desmantelamento do Estado como as seguidas por Margaret Thatcher.

O episódio sugerindo que esta sociedade, concebida segundo modelos matemáticos e de acordo com a crença no egoísmo humano, criou uma "jaula" para os seres humanos ocidentais.



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Episódio 2: O robô solitário

O segundo episódio defende a teoria de que uma combinação de drogas como Prozac e de listas de sintomas psicológicos de depressão ou ansiedade são instrumentos para normalizar comportamentos e tornar os seres humanos mais previsíveis, como máquinas. Isso seria consequência do “mercado do auto-diagnóstico”, baseado em sintomas e não em causas reais. O que se passa é que pessoas com flutuações humorais perfeitamente normais se diagnosticam a si próprias como anormais, apresentando-se depois em consultórios psiquiátricos com esses diagnósticos onde, sem serem estudadas as suas histórias pessoais, são medicadas. O resultado é que muitas pessoas foram objeto de modificação comportamental e mental, por meio de drogas, sem qualquer necessidade médica rigorosa.

O Ax Fight - um famoso estudo antropológico do povo Yanomamo, da Venezuela, realizado por Tim Asch e Napoleon Chagnon - foi reexaminado e as suas conclusões baseadas num determinismo genético foram postas em causa. Outros investigadores foram chamados para verificar as conclusões e sugeriram que o que foi observado eram comportamentos alterados pela presença de uma equipa de filmagem e pela entrega (por esses estranhos) de facões a apenas alguns dos homens da tribo. Curtis, o autor do documentário, questionou Chagnon mas este ficou irritado e abandonou a entrevista protestando.

O episódio também mostra Richard Dawkins propondo a sua teoria do "gene egoísta". Mostrando imagens produzidas ao longo de duas décadas, torna patente como essas ideias reducionistas acerca do comportamento têm sido absorvidas pela cultura dominante. Curtis explica como, com a descrição "robótica" da humanidade, junto com a aparente validação dada pelos geneticistas, a Teoria dos Jogos ganhou cada vez mais peso juntos dos “engenheiros de sociedade”.

O programa entra depois em aspectos mais diretamente políticos, procurando mostrar aspectos negativos, na prática, de concepções teóricas acerca do “mercado livre”. Por exemplo, é analisado o uso indiscriminado de metas cuja quantificação é puramente artificial. Isso acontece quando (exemplos no episódio) a polícia reclassifica dezenas de infrações penais como "ocorrências suspeitas" para baixar as estatísticas do crime. Ou com alguns expedientes dos hospitais NHS, quando criaram um lugar não oficial de "Enfermeira Olá", cuja única tarefa era saudar os recém-chegados a fim de reivindicar para fins estatísticos que o doente tinha sido "visto", embora nenhum tratamento ou mesmo exame tivesse ocorrido durante o encontro; ou quando tiraram as rodas de carrinhos de transporte de doentes para os reclassificar como camas; ou quando reclassificaram corredores como enfermarias – tudo para embelezar as estatísticas.

Na secção "A morte da mobilidade social", Curtis também descreve a forma como a teoria do mercado livre foi aplicada à educação: como os “rankings” de estabelecimentos desvirtuaram o lugar da escola no tecido social.

Curtis conclui este episódio lembrando os únicos seres humanos cujo comportamento pode ser conforme aos pressupostos da Teoria dos Jogos: os economistas – e, talvez, alguns psicopatas.



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Episódio 3: Força-te-emos a ser livre

O programa final centra-se nos conceitos de liberdade positiva e de liberdade negativa introduzidos na década de 1950 por Isaiah Berlin. Curtis explica como a liberdade negativa poderia ser definida como “estar livre de coação” e a liberdade positiva ser definida como “a possibilidade de prosseguir um potencial”.

O programa gira à volta deste tema, revisitando a opinião de Berlin segundo a qual a liberdade negativa era a mais segura das duas e mostrando como muitos grupos políticos recorreram à violência em nome da conquista da liberdade.

Por exemplo, a Revolução Francesa levou ao Terror, tal como a revolução bolchevique na Rússia acabou num regime totalitário.

Passa-se depois ao revolucionário africano Frantz Fanon, que elaborou a tese do existencialista Jean-Paul Sartre segundo a qual o terrorismo era uma arma terrível, mas a única à disposição dos pobres.

Também é analisado o uso dado ao conceito de liberdade econômica na Rússia pós-soviética e os problemas decorrentes. Um conjunto de políticas conhecidas como "terapia de choque" destruíram os mecanismos de segurança social que existia e produziram um "genocídio econômico", assim chamado devido ao grande número de pessoas sem recursos sequer para comer. Ieltsin reagiu a este tipo de críticas tornando-se cada vez mais autocrático e, ao mesmo tempo, vendendo propriedade estatal a empresas privadas por uma fração do seu valor real.

Curtis também analisa a agenda neo-conservadora da década de 1980, que fez com que, em nome da liberdade, os neo-conservadores tenham, por exemplo, apoiado fervorosamente o regime policial de Augusto Pinochet no Chile, que utilizava a máxima a violência para esmagar adversários virtuais.

O programa analisa ainda a ação americana contra o governo Sandinista da Nicarágua, o apoio americano ao Xá do Irão e o apoio de certa esquerda à revolução xiita de Khomeini.

Afinal, este programa questiona a razoabilidade da preferência pela concepção negativa da liberdade – sugerindo a necessidade de dar mais atenção à concepção positiva da liberdade.



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Legenda (3 episódios)

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Tudo Vigiado por Máquinas de Adorável Graça / All Watched Over by Machines of Loving Grace (2011)


Sinopse:

O documentarista Adam Curtis demonstra seu brilhantismo em uma nova série, analisando a consequência da tecnocultura que ignoramos. "Tudo Vigiado por Máquinas de Adorável Graça", que ostenta o nome do poema profético de Richard Brautigan, explica como a humanidade hoje enxerga através dos olhos sem vida embutidos em máquinas às quais cedemos nossas vidas. Começando pela tecno-utopia dos anos 90 e a crença de que os computadores poderiam remodelar positivamente a democracia e o poder, a nova série de Curtis examina como a tecnologia nos envolveu em uma armadilha de vigilância onipresente e excesso de informação.



Wikipédia (Inglês)


Dados do Arquivo:

Direção: Adam Curtis
Qualidade: TVRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: Aprox. 350 MB (cada episódio)
Duração: Aprox. 00:59:00 (cada episódio)
Formato: AVI
Servidor: Peeje

Screenshot: Ep. 1 | Ep. 2 | Ep. 3

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Episódio 1: Amor e Poder

Esta é a história do sonho que surgiu nos anos 90, de que computadores poderiam criar um novo tipo de mundo estável. Eles originariam um novo tipo de capitalismo global, livre de riscos e sem os altos e baixos do passado. Aboliriam também o poder político e criariam um novo tipo de democracia por meio da internet onde milhões de pessoas seriam conectadas como nós em sistemas cibernéticos, sem hierarquia. O episódio conta a história de dois mundos perfeitos. Um formado pelo pequeno grupo de discípulos da romancista Ayn Rand, nos anos 50. Eles se viam como o protótipo de uma sociedade futura onde todos poderiam seguir seus próprios desejos egoístas. O outro é a utopia global que os empresários do Vale do Silício se propuseram a criar nos anos 90. Muitos deles também foram discípulos de Ayn Rand. Eles acreditavam que novas redes de computadores possibilitariam a criação de uma sociedade onde todos pudessem seguir seus próprios desejos, mas sem anarquia. Alan Greenspan, também discípulo de Ayn Rand, juntou-se a eles. Ele se convenceu de que os computadores estavam criando um novo tipo de capitalismo estável - "Como um novo planeta", afirmou ele. Mas o sonho de estabilidade em ambos os mundos seria destruído por duas forças humanas dinâmicas - o amor e o poder...


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Episódio 2: Uso e Abuso dos Conceitos Vegetacionais

Adam Curtis mostra como em uma era de desencantamento com a política, a internet proporcionou ao homem a oportunidade de criar sociedades sem líderes, como nas revoluções do Facebook e Twitter. Ele estabelece um elo com as teorias sobre a natureza e analisa como os cientistas nos anos 50 vieram a classificar o meio ambiente como um ecossistema autorregulado, mas acabamos descobrindo que fracassamos em entender seu dinamismo essencial...


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Episódio 3: O Macaco Dentro da Máquina e a Máquina Dentro do Macaco

Adam Curtis explora a obra do biólogo evolutivo William Hamilton, que teorizou que o comportamento humano é moldado e guiado por códigos matemáticos dentro dos seus genes. O episódio relaciona a estranha origem das teorias genéticas dos cientistas com a relação do Ocidente com a República Democrática do Congo e Ruanda ao longo dos últimos 100 anos, mostrando como as tentativas liberais de ajudar a África pós-colonial, algumas vezes, acabou em desastre.


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Legenda (3 episódios)

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O Poder dos Pesadelos: A Ascensão da Política do Medo / The Power of Nightmares: The Rise of the Politics of Fear (2004)


Sinopse:

“O Poder dos Pesadelos” é uma série da BBC de 3 episódios, escrita por Adam Curtis e lançada em 2004. A série analisa em detalhes a "política do pesadelo" praticada pelos neoconservadores norte-americanos, que consiste em dividir o mundo em dois pólos, bem e mal, a fim de mobilizar a população em torno de mitologias que reforcem a coesão da sociedade.



Dados do Arquivo:

Direção: Adam Curtis
Qualidade: DVDRip
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: Aprox. 490 MB (Cada episódio)
Duração: Aprox. 01:00:00 (Cada episódio)
Formato: AVI
Servidor: Mega

Screenshot: Parte 1 | Parte 2 | Parte 3

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Parte 1: Baby, Está Frio Lá Fora

A primeira parte consiste em explicar a origem do pensamento terrorista muçulmano. Esta remonta o ano de 1949, iniciada por um jovem estudante de pedagogia egípcio, Sayyid Qutb. Qutb irá aos EUA estudar o sistema educacional do país em um colégio público no interior do estado do Ohio. O então jovem Sayyid Qutb se desilude com a sociedade e os valores estadunidenses; volta ao Egito no ano seguinte, 1950, e decide lutar contra a presença da influência estadunidense nos países islâmicos.

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Parte 2: A Vitória Fantasma

A segunda parte mostra como voluntários e jovens seguidores do pensamento de Sayyid Qutb, dentre eles Sheikh Ayman al-Zawahiri, foram lutar contra a presença soviética no Afeganistão. Nessa ocasião, em 1987, Sheikh Ayman al-Zawahiri encontra-se com o jovem e bilionário saudita Osama bin Laden. Após a debandada soviética o conflito no Afeganistão é encerrado, e Zawahiri junta-se a bin Laden, formando uma aliança contra toda e qualquer presença ocidental nos governos dos países do Oriente Médio.

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Parte 3: Sombras na Caverna

A terceira parte consiste em mostrar a mudança de foco dos extremistas. Anteriormente, era a presença ocidental nos governos dos países do Oriente Médio; agora, passa a ser o ocidente, em especial os EUA e seus aliados. O documentário também argumenta que o grupo terrorista Al-Qaeda é apenas uma invenção do governo norte-americano para justificar a luta contra o terrorismo.

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Legenda (3 Episódios)

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